quinta-feira, 16 de maio de 2013

Vários modelos de convite para a Festa Junina 2013



Projeto Festa Junina 2013


PROJETO PEDAGÓGICO -  I SEMESTRE

I - IDENTIFICAÇÃO

TÍTULO: “São João em Varzedo: Revivendo nossas Tradições”.

EIXO TEMÁTICO: Cultura  e Cidadania

PÚBLICO ALVO: Comunidade escolar e  sociedade civil

PERÍODO DE REALIZAÇÃO: Durante o Semestre.

DATAS: 26/05 (São Roque nos Macacos)   

              02/06 (Tabuleiro do Castro)

              13/06 ( Sede) 

               20/06 (Festival da Cultura Junina com alunos da EJA – Educação de Jovens e Adultos das Escolas Monsenhor Gilberto I e Escola Estadual Nossa Senhora da Conceição).

 

II - JUSTIFICATIVA:

       A história das festas juninas no município de Varzedo chega a ser um pouco a história dos jovens varzedenses dos anos 80 e 90. Ao longo dessas décadas, a juventude ganhou destaque com a mobilização do grupo para incrementar a festa com a quadrilha Arraiá Cidade Nova, que fez história, razão pela qual muitos conterrâneos voltavam às famílias para curtirem o São João, além do mais, não haviam os trios elétricos e bandas para animar as festas; íamos de rua em rua, visitando as casas, comendo os quitutes e tomando licor. Havia mais amizade entre as pessoas, estas não tinham medo de deixar suas casas e ir às casas dos parentes ou amigos, conversar, dançar e se divertir, sem hora marcada. A ideia de desenvolver o projeto “São João em Varzedo: Revivendo nossas Tradições”, justifica-se pela necessidade de  uma maior valorização da cultura  das festas juninas, em especial da FESTA DO SÃO JOÃO  considerada  uma das principais  manifestações culturais deste município,   vislumbrando o resgate dessas tradições.

            É com este propósito, que a Secretaria Municipal de Educação, juntamente com as Unidades de Ensino e comunidade local, a partir deste projeto, oportunizará a sociedade varzedense  o conhecimento sobre a cultura junina local e  sua  valorização no contexto histórico, político, social, cultural e econômico.

    

 III -  OBJETIVOS GERAIS:

 

Ø Enriquecer o conhecimento dos alunos quanto aos costumes que envolvem as festas juninas, para que os mesmos possam valorizar essas tradições culturais local, nacional e global.

Ø Oportunizar aos alunos e sociedade civil  o conhecimento sobre a cultura junina local.

 

Ø Envolver e integrar  as comunidades  escolar  e local para participar e reviver a cultura junina local.

 

 

IV - OBJETIVOS ESPECÍFICOS POR ÁREA DO CONHECIMENTO:

  • Conhecer a origem das festas juninas (História);
  • Compreender como são comemoradas essas festividades na Região Nordeste, no Brasil e  em alguns lugares do mundo(Geografia);
  • Conhecer a história de vida dos santos padroeiros (Santo Antonio, São João, São Pedro e São Paulo) e  dessas festividades (Ensino Religioso);
  • Estudar a simbologia e riqueza de tradições que envolvem as festas juninas(História e Jornalismo)
  • Apreciar e conhecer as características rítmicas – musicais que compõem as festividades (Artes);
  • Estudar a culinária apreciada na  festa junina (Ciências, Artes);
  • Estimular a criatividade, a imaginação e o envolvimento dos alunos em torno da temática, mediante produções textuais orais ou escritas, pesquisas e atividades artísticas (Linguagem).

 

 V - OBJETIVO COMPARTILHADO:

 

Realizar na Unidade Escolar, um Mural da Cultura Junina, no qual os alunos apresentarão os conhecimentos adquiridos acerca da temática e suas produções nas várias áreas disciplinares que dão suporte ao estudo.

 

VI - EMPREENDIMENTO DO PROJETO NAS COMUNIDADES:

DATAS: 

26/05: Pólo de São Roque dos Macacos (Empreendimento do projeto com apresentação das  atividades das Escolas do  Ensino Fundamental I e II)

 

02/06: Pólo do Tabuleiro do Castro (Empreendimento do projeto com apresentação das  atividades das Escolas do  Ensino Fundamental I e II)

 

 13/06: Pólo Sede (Empreendimento do projeto com apresentação das  atividades das Escolas do  Ensino Fundamental I, II  e Ensino Médio.) Apresentação das Atividades dos Pólos de São Roque e Tabuleiro do Castro.

 

20/06: Festival da Cultura Junina com os alunos da EJA nos EIXOS I Á VII (Ensino Fundamental e Médio). Local: Quadra Poliesportiva

Atividades Juninas: Casamento da Roça, Quadrilha dos Farrapados, Desfile Cômico, Dramatização de Forró, Pouporrit com Músicas Juninas, Dublagens de Cantores e Bandas de Forró etc.

Responsáveis: Professores de Artes

Colaboradores: Professores das outras disciplinas

 VII - PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS E ATIVIDADES NAS ÁREAS DO CONHECIMENTO

Ø      Pesquisa sobre a participação e importância de um evento como este e confecção de cartaz temático;

Ø      Ornamentação da sala de aula com bandeiras, correntes, etc;

Ø      Desenho do “nosso amigo caipira”

Ø      Pintura, recorte e colagem de boneco caipira articulado, ex.: fantoche, dedoche...;

Ø      Ouvir, cantar e dançar músicas típicas para apresentação;

Ø      Construir com massa de modelar alimentos e bonecos típicos à festa junina;

Ø      Confecção de diversas fogueiras (palito de picolé, cola, papel celofane, cartolina)

Ø      Pintura e recorte de uma caipira de tranças;

Ø      Seção cinema com pipoca- filme Chico Bento

Ø      Retomada do filme na rodinha e desenhos sobre o mesmo

Ø  Pescaria das cores;

Ø  Conversar sobre a festa junina e costumes e tradições (vestimentas, comidas típicas e cantigas).

Ø  Falar com as crianças sobre a festa junina, se sabem o que é, se já viram e foram em alguma.

Ø  Ouvir a músicas de Luiz Gonzaga.

Ø  Utilizar raciocínio e lógica para a montagem do quebra cabeça, trabalhando também a coordenação motora.

Ø  Trabalhar a memorização da criança no jogo da memória.

Ø  Trabalhar com a palavra Varzedo, a letra V e J e suas famílias.

Ø  Trabalhar com o número 24 e os números 2 e 4.

Ø  Desfile caracterizado de rainhas, quadrilhas, danças a ser feito no dia da festa.

 

VIII - SUGESTÕES  DE ATIVIDADES A SEREM DESENVOLVIDAS NOS PÓLOS

v Festival de quadrilhas (roupa confeccionada de chita) ENSINO FUNDAMENTAL II Ensino Médio

v Concurso de forró ( Forró universitário, arrastapé, xaxado e forró eletrônico) ENSINO FUNDAMENTAL II E ENSINO MÉDIO

v Dramatização (Casamento na roça, dramatização de forró, pouporrit envolvendo vários estilos de forró, desfile rainha do milho, amendoim e da laranja) – ENSINO FUNDAMENTAL I

v Apresentação sobre a homenagem ao Rei do Baião ( Centenário de Luiz Gonzaga) - CENSC

v Apresentação da quadrilha dos farrapados – CENSC

v Apresentação envolvendo as pessoas da comunidade (Sugestão: quadrilha, sanfoneiro, forrozeiro local, etc.)

 

IX - DESENVOLVIMENTO DO PROJETO:

      O projeto envolvendo a temática sobre a cultura junina local, tendo como título “São João em Varzedo: Revivendo nossas tradições”,  visa integrar  as comunidades  escolar  e local para participar dos temas acerca da cultura junina local e da festa do São João.

       O  desenvolvimento das atividades pedagógicas, envolvendo todas as áreas do conhecimento,  a cerca das temáticas abordadas sobre o referido  projeto,  ocorrerá de forma processual, durante a primeira e segunda unidades, em cada unidade escolar.

       Além das atividades pedagógicas e culturais sobre o projeto desenvolvidas em  cada unidade escolar, o mesmo será culminado  nos pólos de São Roque , Tabuleiro do Castro e Sede, como forma de apresentar  a comunidade local o trabalho desenvolvido pelos alunos.

 

X - CONCLUSÃO:

       Espera-se  que o Projeto “São João em  Varzedo: Revivendo nossas tradições”  possa  despertar no alunado de um modo geral e na comunidade local o conhecimento sobre a cultura junina local e  sua  valorização no contexto histórico, político, social, cultural e econômico do município.




Mensagem de boas vindas


O que é Educação Infantil?


             O que é Educação Infantil?

 

Historicamente, no Brasil podemos dizer que, em nosso país, existem dois tipos de Educação Infantil, constituindo um sistema educacional que visa, desde a mais tenra idade, reforçar a exclusão e a injustiça social presente na economia capitalista: há a "Educação Infantil dos Pobres" e a "Educação Infantil dos Ricos".

A "Educação Infantil dos Pobres" baseia-se na concepção de que as crianças das classes trabalhadoras têm deficiências de todos os tipos (nutricionais, culturais, cognitivas, etc.), as quais precisam ser compensadas pela escola, a fim de que, no futuro, as crianças possam ter alguma instrução e, assim, desempenhar o seu papel na sociedade:

As mães da classe trabalhadora precisam de algum lugar onde possam deixar seus filhos durante o dia, e para isto foram criadas as creches e pré-escolas públicas, local onde as crianças poderiam suprir as carências provenientes do seu meio ambiente social. Visto que tais crianças são consideradas muito "carentes", qualquer atendimento dado a elas é satisfatório, pois já pode ser visto como uma melhoria nos estímulos que recebem no seu meio ambiente natural.

Deste modo, cria-se um atendimento na Educação Infantil onde encontramos: classes superlotadas, poucos adultos para atender a um número grande de crianças; espaços físicos improvisados e inadequados, onde as crianças não podem se movimentar livremente (porque o espaço é pequeno e/ou perigoso), bem como não encontram estímulos ou desafios; despreocupação com os aspectos essenciais da Educação Infantil, o educar e o cuidar (indissociáveis um do outro), afinal, a criança está ali apenas para que a sua mãe possa trabalhar; adultos que atuam junto às crianças, com pouca ou nenhuma formação pedagógica, já que não são considerados como educadores, mas como babás.

Do outro lado, temos a "Educação Infantil dos Ricos". Ela também foi criada devido à necessidade que as mulheres/mães, hoje em dia, têm de trabalhar fora de casa, mas apresenta concepções e  práticas diferentes. Os pais, neste caso, pagam caro para que as crianças freqüentem as "escolinhas", por isto as instituições esforçam-se para atender aos anseios das famílias, que esperam garantir a melhor educação possível para os filhos, preparando-os para as provas que o futuro reserva, como o vestibular e o mercado de trabalho.

Aqui a Educação Infantil tem a função de preparar a criança para o ingresso, com sucesso, na primeira série do Ensino Fundamental. Por isto é preciso desenvolver as habilidades cognitivas: treina-se a coordenação motora; ensina-se a criança para reconhecer e copiar letras e números; e, a fim de promover a boa saúde das crianças, ensina-se hábitos de higiene e boas maneiras. As escolas têm infra-estrutura muito rica, com piscinas, quadras de esportes e salas de informática, além de estarem sempre limpas, e com murais enfeitados.

Para mostrar o desenvolvimento dos alunos, as escolas procuram organizar eventos para as famílias, como festas onde as crianças apresentam números artísticos, acerca de temas relativos às "Datas Comemorativas". Ou realizam reuniões pedagógicas onde entregam aos pais os "trabalhinhos" das crianças: tarefas mimeografadas, o livro didático preenchido, e as atividades artísticas, além de relatórios sobre as crianças (sob a forma descritiva ou folhas do tipo questionário de múltipla escolha, preenchidos pelo professor).

Entretanto, podemos perguntar: Serão estas propostas pedagógicas suficientes para garantir o direito das crianças a uma Educação Infantil que estimule o seu desenvolvimento integral?

"A função da Educação Infantil não é ser um substituto para uma mãe ausente, mas suplementar e ampliar o papel que, nos primeiros anos da criança, só a mãe desempenha. Uma Educação Infantil , ou jardim de infância, será possivelmente considerada, de modo mais correto, uma ampliação da família ‘para cima’, em vez de uma extensão ‘para baixo’ da escola primária." (WINNICOTT, 1982, p. 214)

A Educação Infantil surgiu quando as mulheres precisaram buscar seu espaço no mercado de trabalho. Por isso, a educação das crianças de 0 a 5 anos desempenha um importante papel social. Entretanto, não pode ser considerada substituta das mães, o que acarreta uma confusão de papéis acerca da função da Educação Infantil. Por um lado, provoca uma desvalorização dos profissionais que atuam neste nível de ensino; considerando-se que estes educadores não precisam de uma sólida formação teórico-prática, basta que saibam cuidar adequadamente do bem-estar físico das crianças, evitando sujeira, doença ou bagunça. Por outro lado, considera-se que esta é uma "extensão para baixo" da escola fundamental, onde as crinças devem ser treinadas para o acessoao primeiro ano. Os educadores, desta forma, também não precisam de sólida formação (são menos qualificados que os de outros níveis de ensino), e devem ser mais sóbrios na relação com as crianças, para facilitar a adaptação destas no 1º ano.

Winnicott aponta um caminho diferente. Quando afirma que a Educação Infantil seria melhor considerada uma "ampliação para cima da família", o autor pretende apontar para o fato de que, ao entrar na escola, a criança não deixa de lado a vida afetiva (centrada sobretudo na mãe) que vivia no lar. Ao contrário, ela está ali para ampliá-la, relacionando-se com os educadores e com outras crianças, de diversas idades, com valores culturais e familiares diferentes dos seus. É importante, também, ressaltar que qualquer aprendizagem está intimamente ligada à vida afetiva. Por tanto não cabe à escola minimizar esta vida afetiva, mas sim ampliá-la, criando um ambiente sócio-afetivo saudável para a criança na escola.

Acerca destas tarefas de socialização, de natureza, sobretudo afetiva, podemos  também acrescentar:

 

“As tarefas das crianças pequenas nas creches e pré-escolas são muitas e de grande importância para o seu desenvolvimento cognitivo e emocional, e o principal instrumento de que utilizam são as brincadeiras”. Nesses locais, elas têm de aprender a brincar com as outras, respeitar limites, controlar a agressividade, relacionar-se com adultos e aprender sobre si mesmas e seus amigos, tarefas estas de natureza emocional.

“O fundamental para as crianças da educação Infantil é que elas se sintam importantes, livres e queridas.” (LISBOA, 2001)

Entretanto, a Educação Infantil não se restringe ao aspecto social e afetivo, embora eles sejam de fundamental importância para garantir as demais aprendizagens. Porém, qual tipo de organização  pedagógica poderá permear estas aprendizagens?

"A escola dos pequeninos em de ser um ambiente livre, onde o princípio pedagógico deve ser o respeito à liberdade e à criatividade das crianças. Nela, os pequeninos devem poder se locomover, ter atividades criativas que permitam sua auto suficiência, e a desobediência e a agressividade não devem ser coibidas e, sim, orientadas, por serem condições necessárias ao sucesso das pessoas."  (LISBOA, 1998, p. 15)

Entendemos que a organização do trabalho pedagógico na Educação Infantil deve ser orientada pelo princípio básico de procurar proporcionar, à criança, o desenvolvimento da autonomia, isto é, a capacidade de construir as suas próprias regras e meios de ação, que sejam flexíveis e possam ser negociadas com outras pessoas, sejam eles adultos ou crianças. Obviamente, esta construção não se esgota no período dos 0 aos 5 anos de idade, devido às próprias características do desenvolvimento infantil. Mas tal construção necessita ser iniciada na Educação Infantil.

Consideramos que a Educação Infantil tradicional não procura desenvolver a autonomia, mas sim a heteronomia, ou seja, a dependência, da criança, de regras e meios de ação ditados pelo adulto. A heteronomia é característica do pensamento das crinças de 0 a 5 anos, entretanto, a escola tradicional a reforça. A criança, neste modelo pedagógico, deve sempre esperar a ordem do adulto: ver o modelo do exercício mimeografado antes de fazê-lo; ver a maneira correta de realizar um trabalho manual antes de iniciá-lo; esperar que o adulto resolva o conflito com a outra criança (premiando uma das partes e repreendendo a outra); esperar a ordem para que possa levantar-se da cadeirinha e movimentar-se (como o adulto pede), como bem relata Lisboa:

"Chega ao colégio e - surpresa! - pedem-lhe que faça um navio. A coisa que ele mais gosta: desenhar. Faz um navio lindo, redondo como a lua, cheio de árvores no interior e com dois bichos nadando - elefantes, diz ele. A professora olha a obra de arte, pergunta o que é e recebe a resposta: ‘Um navio!’ Carinhosamente, a professora vai até o quadro e desenha um navio clássico, com velas, proa e popa, um digno navio de adulto, e diz: ‘João Paulo, isto é um navio e elefante não nada!’ João Paulo havia feito um navio original, diferente dos outros, lindo, nunca feito por alguém. Havia criado o primeiro navio redondo, e a professora, que seguramente não havia lido O Pequeno Príncipe, deu-lhe uma lição de como as pessoas devem ser bitoladas desde criancinhas."  (LISBOA, 1998, p. 15)

Certamente, este não é o melhor modelo pedagógico, se pretendemos o desenvolvimento integral e a construção da autonomia infantil. Para que a criança possa alcançar estes objetivos o modelo pedagógico deve proporcionar-lhe situações em que ela possa vivenciar as mais diversas experiências, fazer escolhas, tomar decisões, socializar conquistas e descobertas. Vale ressaltar que não se trata de um trabalho espontaneísta, onde o adulto não organiza objetivamente as atividades oferecidas às crianças, assumindo um papel de mero espectador, que observa e espera o desenvolvimento dos pequeninos.

Trata-se de uma organização do trabalho pedagógico em que o adulto/educador e as crianças têm ambos, papéis ativos. Cabe ao educador pesquisar e conhecer o desenvolvimento infantil a fim de poder organizar atividades onde a criança possa experimentar situações as mais diversas, que possam lhe proporcionar o desenvolvimento pleno.

Objetivos na educação infantil


Ø Sentir-se segura e acolhida no ambiente escolar, utilizando este novo espaço para ampliar suas relações sociais e afetivas, estabelecendo vínculos com as crianças e adultos ali presentes, a fim de construir uma imagem positiva sobre si mesma e sobre os outros, respeitando a diversidade e valorizando sua riqueza.

Ø Tornar-se, cada vez mais, capaz de desenvolver as atividades nas quais se engaja de maneira autônoma, e em cooperação com outras pessoas, crianças e adultos. Desta forma, desenvolver a capacidade de começar a coordenar pontos de vista e necessidades diferentes dos seus, socializando-se.

Ø Interagir com o seu meio ambiente (social, cultural, natural, histórico e geográfico) de maneira independente, alerta e curiosa. Isto é, estabelecendo relações e questionamentos sobre o meio ambiente, os conhecimentos prévios de que dispõe, suas ideias originais e as novas informações que recebe.

Ø Apropriar-se dos mais diferentes tipos de linguagem construídos pela humanidade (oral, escrita, matemática, corporal e musical), de acordo com as suas capacidade e necessidades, utilizando-as para expressar o seu pensamento e as suas emoções, a fim de compreender e comunicar-se com as outras crianças e os adultos.

Assim sendo, o educador precisa ter em mente estes objetivos, a fim de avaliar as atividades que ele planeja e as suas próprias atitudes, observado se elas proporcionam às crianças meios de alcançar estes objetivos. Deve também, atuar de maneira extremamente próxima às crianças, sendo um mediador para que elas alcancem os objetivos propostos. E, também, deve avaliar o desenvolvimento do grupo onde atua e de cada criança, em particular, sem, porém, jamais compará-las umas às outras, compreendendo que cada uma delas carrega histórias de vida e ritmos de desenvolvimento próprios.

 

Vamos todos fazer desse espaço o mais acolhedor e depende de todos nós!